sexta-feira, 7 de junho de 2019

Concreto flexível.

Engenheiros da Universidade Tecnológica Nanyang, de Cingapura criaram um concreto flexível que é duas vezes mais forte e durável que os convencionais.
A tecnologia pode ser usada principalmente na construção de rodovias. Pois, segundo seus criadores, o material exige menos manutenção e aumenta a velocidade de instalação do concreto.
Batizado de ConFlexPave, o material ganhou nova característica pela adição de polímeros à mistura do concreto. De acordo com Yang.




En-Hua, o pesquisador que liderou o estudo do concreto flexível, a ideia surgiu de pesquisas sobre como os componentes do concreto interagiam em uma escala microscópica.
O objetivo dos pesquisadores é, em alguns anos, testar o material em áreas públicas.

Fonte: Engenharia é



sábado, 1 de junho de 2019

Síndrome de burnout é detalhada em classificação internacional da OMS.


11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) define burnout como uma síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso
A síndrome de burnout está incluída na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) como um fenômeno ocupacional. Ela não é classificada como uma condição de saúde. É descrita no capítulo “Fatores que influenciam o estado de saúde ou o contato com os serviços de saúde”, que inclui razões pelas quais as pessoas entram em contato com serviços de saúde, mas que não são classificadas como doenças ou condições de saúde.
A definição de burnout na CID-11 é: burnout é uma síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”. É caracterizada por três dimensões: sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; e redução da eficácia profissional.
A síndrome se refere especificamente a fenômenos no contexto ocupacional e não deve ser aplicada para descrever experiências em outras áreas da vida. Essa síndrome de burnout também foi incluída na CID-10, na mesma categoria da CID-11, mas a definição é agora mais detalhada.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) está prestes a iniciar o desenvolvimento de diretrizes baseadas em evidências sobre o bem-estar mental no local de trabalho.

Fontes: ONU Brasil / Portal eCycle

terça-feira, 7 de maio de 2019

Limpeza de banheiros de hotel e de motel é atividade insalubre em grau máximo.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Prevenção e combate à incêndio.

Neste dia 08/02/19, acordamos com a notícia de mais uma tragédia. Dessa vez no Ninho do Urubu, o centro de treinamento do Flamengo, onde um incêndio tirou a vida de 10 jovens, entre 14 e 16 anos, que buscavam a realização de seus sonhos, e deixou feridos outros 3.
Num passado recente, mais precisamente em 27/01/2013, na cidade de Santa Maria, no estado Rio Grande do Sul, ocorreu mais uma tragédia ocasionada pelo incêndio na Boate Kiss, a qual matou 242 pessoas e feriu 680.
Em 1974, um curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado no 12º andar do edifício Joelma, em São Paulo, deu início a um incêndio que se espalhou rapidamente pelo prédio. Em pouco tempo, as escadas foram tomadas pelo fogo e pela fumaça, impedindo as pessoas de evacuarem o prédio. Mais de 180 pessoas morreram no incêndio.
Ocorreram outros grandes incêndios no Brasil de grande repercussão.
Todas as vezes que ocorrem tragédias causadas pelos incêndios reacendem as discussões sobre segurança e preparo para prevenção e combate a incêndios, e as normas são atualizadas, e por situações “obscuras”, não são colocadas em prática.
Porém é fato que o Brasil não tem cultura de prevenção de incêndios.
Na maioria das vezes a prevenção de incêndios é tratada com certo desleixo. Não é tratada como fator primordial de segurança.
Infelizmente só quando vidas são perdidas por causa dessas tragédias é que a prevenção de incêndios é valorizada.

sexta-feira, 16 de março de 2018

VIADUTO DA AVENIDA AUGUSTO MONTENEGRO COM AS AVENIDAS CENTENÁRIO / INDEPENDÊNCIA.


O viaduto da avenida Augusto Montenegro com as avenidas Centenário e Independência é parte da obra do Sistema Bus Rapid Transit (BRT) que está sendo executado pela Prefeitura Municipal de Belém. A proposta inicial era a construção de um túnel sob a Augusto Montenegro, ligando as avenidas Centenário e Independência. Porém além de ser uma obra complexa um outro complicador são as torres de transmissão de energia que abastecem parte da cidade de Belém. Além do alto custo teria que fazer grandes paralisações no abastecimento de energia o que acarretaria um enorme contratempo. Deste modo foi levado em conta a relação de custo x benefício, e optou-se pelo elevado na avenida Augusto Montenegro.
A altura deste elevado foi determinado pela distância mínima de 7,00 metros do linhão de energia até a cobertura de um ônibus que circulará no mesmo, conforme determina a legislação, para evitar o arco voltaico. Com isto há necessidade de se proceder o rebaixamento do leito viário da via perpendicular abaixo do viaduto, ligando as avenidas Centenário e Independência, para isto facilitar a circulação de carretas.
Com duas faixas para veículos comuns e uma para o ônibus do Sistema Bus Rapid Transit (BRT), em cada sentido da avenida Augusto Montenegro, o viaduto ajudará a fluir melhor o trânsito e reduzir o tempo de viagem, já que elimina o sinal naquele cruzamento, para quem segue nos sentidos Entroncamento e Icoaraci. Semáforos funcionarão, apenas, nas pistas laterais que darão acesso às avenidas Centenário e Independência. A parte suspensa do elevado tem uma extensão de 400 metros e o acesso é por meio de rampas construídas com terra armada e peças pré-moldadas de concreto.
O novo viaduto na avenida Augusto Montenegro, que será aberto ao tráfego neste sábado (17), receberá o nome do engenheiro José Augusto Affonso, conforme anunciou a Agência Belém. É sem dúvida uma justa homenagem a este grande profissional que muito contribuiu na engenharia paraense.
As obras vão prosseguir nas pistas transversais e laterais do viaduto, com previsão de término até junho.










FOTOS:
João Ramid

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Lâmpadas de LED.

As lâmpadas LED já são realidade no mercado nacional, ganhando a preferência dos consumidores, que vêm cada vez mais aprendendo a importância da economia de energia dentro do orçamento familiar, bem como do uso de produtos sustentáveis, que não agridem ao meio ambiente.

As lâmpadas de LED são uma boa opção para quem busca economia na conta de luz. Este corte de gastos é possível, principalmente, porque o consumo de energia mensal é consideravelmente reduzido quando a iluminação incandescente ou fluorescente é substituída pelo LED. Outro benefício das lâmpadas de LED é a vida útil. Enquanto a luz incandescente dura em torno de mil horas e a fluorescente por volta de 10 mil, o LED é capaz de funcionar perfeitamente por até 50 mil horas – reduzindo também os custos com eventuais trocas de lâmpadas.

É possível hoje encontrar todos os tipos e formatos de lâmpadas LED, muitas vezes com os mesmos formatos das lâmpadas que conhecemos de outras tecnologias, com a finalidade de facilitar a vida do consumidor nessa substituição. Entretanto, é possível encontrar também os mais diversos níveis de qualidade nos produtos LED.
 
Por isso mesmo, o consumidor deve ficar atento: no último dia 17 de julho de 2017 terminou o prazo para comercialização no Brasil, por atacadistas e varejistas de lâmpadas LED sem certificação do INMETRO do tipo com regulador integrado à base, ou seja, aquelas que não precisam de outros dispositivos para ligação e/ou que podem ser ligadas direto na rede elétrica.
 
A certificação é a ferramenta que assegura, não só ao consumidor como aos distribuidores e varejistas, que uma organização independente, por meio da análise do processo de fabricação e ensaios em laboratórios, verificou que o produto está em conformidade com padrões específicos de segurança, desempenho e qualidade estipulados por um órgão certificador renomado.
 
Para identificar se uma lâmpada LED certificada o consumidor a verificar os seguintes itens na embalagem:
- Todas as informações devem, obrigatoriamente, estar em português.
- Nome do fabricante, CNPJ e telefone do SAC.
- Selo do Inmetro.
- Potência em Watts.
- Fluxo luminoso em lúmens.
- Eficiência luminosa em lúmens por Watt.
- A etiqueta deve conter ainda, na parte de segurança, um número de registro, pois alguns fornecedores estão colocando apenas XXXXXX. Caso isso aconteça, não tenha dúvida, a certificação é falsa!

Vale ressaltar que após o fim do prazo estabelecido, ações de fiscalização ocorrerão e lojistas e distribuidores poderão ser autuados, sendo passiveis de apreensão das mercadorias sem certificação e multa. Dessa forma, é necessário agora que consumidores, lojistas e distribuidores se preparem para as novas regras, deixando de adquirir produtos duvidosos e comprando só produtos certificados.
 
Hoje as empresas com responsabilidade já oferecem produtos certificados, pois entendem a importância de garantir a qualidade de seus produtos.