domingo, 29 de março de 2020

Vírus: Como evitar o contágio.

The Johns Hopkins University ou JHU, situada em Baltimore, Maryland, Estados Unidos, enviou este excelente resumo para evitar o contágio e é muito claro:

* O vírus não é um organismo vivo, mas uma molécula de proteína (DNA) coberta por uma camada protetora de lipídio (gordura), que, quando absorvida pelas células da mucosa ocular, nasal ou bucal, altera seu código genético (mutação) e converte-as em células agressoras e multiplicadoras.

* Uma vez que o vírus não é um organismo vivo, mas uma molécula de proteína, ele não é morto, mas decai por conta própria. O tempo de desintegração depende da temperatura, umidade e tipo de material onde se encontra.

* O vírus é muito frágil; a única coisa que a protege é uma fina camada externa de gordura. É por isso que qualquer sabão ou detergente é o melhor remédio, pois a espuma corta a GORDURA (é por isso que você tem que esfregar tanto: por 20 segundos ou mais, para fazer muita espuma). Ao dissolver a camada de gordura, a molécula de proteína se dispersa e se decompõe sozinha.

* CALOR derrete gordura; é por isso que é tão bom usar água acima de 25 graus Celsius para lavar as mãos, roupas e tudo mais. Além disso, a água quente faz mais espuma e isso a torna ainda mais útil.

* Álcool ou qualquer mistura com álcool acima de 65% DISSOLVE QUALQUER GORDURA, especialmente a camada lipídica externa do vírus.

* Qualquer mistura com 1 parte de alvejante e 5 partes de água dissolve diretamente a proteína, e a quebra por dentro.

* A água oxigenada ajuda muito depois do sabão, álcool e cloro, pois o peróxido dissolve a proteína do vírus, mas você tem que usá-la pura e machuca sua pele.

* NENHUM BACTERICIDA SERVE. O vírus não é um organismo vivo como bactérias; eles não podem matar o que não está vivo com antibióticos, mas rapidamente desintegrar sua estrutura com tudo o que foi dito.

* NUNCA agite roupas, lençóis ou tecidos usados ou não utilizados. Embora seja colado a uma superfície porosa, é muito inerte e se desintegra apenas logo após 3 horas (tecido e poroso), 4 horas (cobre, porque é naturalmente antisséptico; e madeira, seja porque remove toda a umidade e não deixa que ela se despedace e se desintegre), 24 horas (papelão), 42 horas (metal) e 72 horas (plástico). Mas se você sacudi-los ou usar um espanador de penas, as moléculas de vírus flutuam no ar por até 3 horas, e podem se alojar em seu nariz.

* As moléculas do vírus permanecem muito estáveis no frio externo ou artificiais (como condicionadores de ar em casas e carros). Elas também precisam de umidade para se manterem estáveis, e especialmente escuridão. Portanto, ambientes desumidificados, secos, quentes e brilhantes irão degradá-las mais rapidamente.

* LUZ Ultravioleta em qualquer objeto que possa contê-lo quebra a proteína do vírus. Por exemplo, desinfetar e reutilizar uma máscara é perfeito. Tenha cuidado, ele também quebra o colágeno (que é proteína) na pele, eventualmente causando rugas e câncer de pele.

* O vírus NÃO PODE passar por uma pele saudável.

* O vinagre NÃO é útil porque não quebra a camada protetora da gordura.

* NEM VODCA serve. A vodca mais forte é 40% álcool, e você precisa de 65%.

* LISTERINE serve! É 65% álcool.

* Quanto mais confinado o espaço, mais concentração do vírus pode haver. Quanto mais aberto ou naturalmente ventilado, menor a concentração.

* Isto é repetitivo, mas você tem que lavar as mãos antes e depois de tocar mucosa, comida, fechaduras, botões, interruptores, controle remoto, celular, relógios, computadores, mesas, TV, etc. E ao usar o banheiro.

* Você tem que umidificar as mãos secas lavando-as, porque as moléculas podem se esconder nas micro rachaduras. Quanto mais espesso o hidratante, melhor.

* Mantenha também suas unhas CURTAS para que o vírus não se esconda nelas.

sábado, 28 de março de 2020

Home Office - Caminho sem volta.


Há algum tempo tem-se falado que as grandes empresas do mundo começaram a implantar o home office ou trabalho remoto para seus colaboradores. Os grandes entusiastas dessa nova metodologia de trabalho, talvez os pioneiros, foram Steve Jobs na sua APPLE e Bill Gates na Microsoft. Sendo que Gates além de implantar na sua empresa, desenvolveu softwares para facilitar a vida dos seus clientes, sejam eles comerciais ou domésticos.
Muita coisa evoluiu desde que iniciou-se a trabalhar home office e busquei pesquisar para que pudesse aprofundar sobre o assunto. Atualmente muitas questões ainda permanecem, causando desconfianças e polêmicas.
Atualmente, com o avanço do  novo coronavírus não tenho dúvidas que, após superar essa pandemia,  servirá  de marco divisório não só para a sociedade como para as empresas no mundo todo.
Após a decretação da pandemia pela OMS, a maioria das empresas no Brasil tiveram que adotar modelos alternativos de trabalho para tentar dar continuidade às atividades. Para muitas dessas empresas, a opção pelo trabalho remoto, com a adoção de  home office  ou  teletrabalho, nunca foi cogitado tal procedimento. Porém, foi a saída para não interromper o fluxo de produção.
O fato dos colaboradores das empresas estarem exercendo suas funções em casa durante o período de isolamento por causa da  pandemia não os eximes de responsabilidades.
Os termos mais exatos para definir esta modalidade de trabalho são: trabalho remoto, teletrabalho, , ou o que acredito ser o mais adequado, trabalho à distância.
Para que uma empresa possa implantar tal procedimento, a mesma deve possuir um programa que permita esta modalidade, e principalmente definir quais colaboradores podem exercer o teletrabalho.
Mesmos nas empresas onde está devidamente implantado o trabalho à distância há determinação de algumas vezes na semana esse profissional vá até o local de trabalho. Isso ocorre quando as ferramentas que ele utiliza para executar seu trabalho não podem ser retiradas da empresa ou trabalhador depende da interação exclusivamente presencial com outras pessoas, de dentro ou de fora da empresa.
No Brasil ainda encontramos resistências. Apesar da tradução literal do termo, “trabalho em casa”, temos que ter a percepção de que trata-se do trabalho que é realizado em espaço alternativo ao escritório da empresa, há de se deixar claro que nem todo profissional pode trabalhar home office, sendo que este local não necessariamente pode ser casa do colaborador, e sim, também pode ser desenvolvido em coworking, cafés, hotéis…ou em casa.
Porém muitos empresários não “enxergam” esta modalidade de trabalho como forma uma efetiva de produção. Mas se você desenvolve suas atividades em casa para a empresa, a chance é grande de que também passe a trabalhar mais do que no escritório tradicional, já que as horas antes perdidas no trajeto de deslocamento acabam sendo revertidas em mais produtividade. Além disso, no trabalho remoto não existem as pausas para o cafezinho ou as interrupções dos colegas: trabalha-se de forma mais contínua e, portanto, mais intensa.
Um outro tabu a ser quebrado se diz respeito para o fato de quem trabalha em home office não significa ficar longe da empresa 100% do tempo. Na realidade, o mais comum em programas de teletrabalho é que o colaborador fique remoto em torno de dois a três dias na semana.
O home office exige do profissional responsabilidade, disciplina e auto controle para que não venha afetar sua produção. Jamais deve adotar a filosofia de trabalhar quando sobrar um tempinho.
Pesquisas apontam que quem consegue administrar seu tempo e produzir com qualidade no home office acaba trabalhando melhor e ganhando qualidade de vida, com a redução do stress no trânsito, a possibilidade de controlar a qualidade da própria alimentação, e trabalhar num ambiente que pode proporcionar tranquilidade,ou seja, quem sai ganhando é a saúde do colaborador. Por outro lado, a empresa também ganha no aumento da produtividade, pois trabalhar em home office aumenta a motivação e reduz interrupções de colegas e reuniões desnecessárias, aumentando a produtividade.
Gostaria de compartilhar fatos concretos que estão acontecendo na minha cidade (Belém,Pará, Brasil), é que em consulta a quatro empresas, sendo; duas construtoras, um escritório de arquitetura e um escritório de advocacia, que tiveram a necessidade de implantar o home office, duas dessas já vinham adotando a prática esporadicamente, as outras duas não. Devido ao problema da pandemia do novo coronavírus, necessitando de isolamento social, e com a necessidade de se manter a produção adotaram o trabalho remoto. Essas empresas constaram o aumento de produção dos seus profissionais no desenvolvimento das tarefas. Os escritórios de arquitetura e advocacia implantarão definitivamente, durante três dias da semana, o home office. Já as construtoras farão estudos para viabilizar o home office, de forma que possam adotar procedimentos operacionais específicos, pelo fato de que nas suas estruturas possuem diversos setores que estão interligados e depende das informações de campo. Portando, é claro que o home office é um caminho sem volta.
Se olharmos com seriedade o trabalho remoto, em pouco tempo teremos uma situação similar a de países como EUA, Alemanha, Inglaterra e Japão, onde esta modalidade já faz parte do cotidiano e traz benefícios para milhões de empresas e trabalhadores.
Afinal, trabalho é algo que se faz, não um lugar para onde se vai.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Concreto flexível.

Engenheiros da Universidade Tecnológica Nanyang, de Cingapura criaram um concreto flexível que é duas vezes mais forte e durável que os convencionais.
A tecnologia pode ser usada principalmente na construção de rodovias. Pois, segundo seus criadores, o material exige menos manutenção e aumenta a velocidade de instalação do concreto.
Batizado de ConFlexPave, o material ganhou nova característica pela adição de polímeros à mistura do concreto. De acordo com Yang.




En-Hua, o pesquisador que liderou o estudo do concreto flexível, a ideia surgiu de pesquisas sobre como os componentes do concreto interagiam em uma escala microscópica.
O objetivo dos pesquisadores é, em alguns anos, testar o material em áreas públicas.

Fonte: Engenharia é



sábado, 1 de junho de 2019

Síndrome de burnout é detalhada em classificação internacional da OMS.


11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) define burnout como uma síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso
A síndrome de burnout está incluída na 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-11) como um fenômeno ocupacional. Ela não é classificada como uma condição de saúde. É descrita no capítulo “Fatores que influenciam o estado de saúde ou o contato com os serviços de saúde”, que inclui razões pelas quais as pessoas entram em contato com serviços de saúde, mas que não são classificadas como doenças ou condições de saúde.
A definição de burnout na CID-11 é: burnout é uma síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”. É caracterizada por três dimensões: sentimentos de exaustão ou esgotamento de energia; aumento do distanciamento mental do próprio trabalho, ou sentimentos de negativismo ou cinismo relacionados ao próprio trabalho; e redução da eficácia profissional.
A síndrome se refere especificamente a fenômenos no contexto ocupacional e não deve ser aplicada para descrever experiências em outras áreas da vida. Essa síndrome de burnout também foi incluída na CID-10, na mesma categoria da CID-11, mas a definição é agora mais detalhada.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) está prestes a iniciar o desenvolvimento de diretrizes baseadas em evidências sobre o bem-estar mental no local de trabalho.

Fontes: ONU Brasil / Portal eCycle

terça-feira, 7 de maio de 2019

Limpeza de banheiros de hotel e de motel é atividade insalubre em grau máximo.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Prevenção e combate à incêndio.

Neste dia 08/02/19, acordamos com a notícia de mais uma tragédia. Dessa vez no Ninho do Urubu, o centro de treinamento do Flamengo, onde um incêndio tirou a vida de 10 jovens, entre 14 e 16 anos, que buscavam a realização de seus sonhos, e deixou feridos outros 3.
Num passado recente, mais precisamente em 27/01/2013, na cidade de Santa Maria, no estado Rio Grande do Sul, ocorreu mais uma tragédia ocasionada pelo incêndio na Boate Kiss, a qual matou 242 pessoas e feriu 680.
Em 1974, um curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado no 12º andar do edifício Joelma, em São Paulo, deu início a um incêndio que se espalhou rapidamente pelo prédio. Em pouco tempo, as escadas foram tomadas pelo fogo e pela fumaça, impedindo as pessoas de evacuarem o prédio. Mais de 180 pessoas morreram no incêndio.
Ocorreram outros grandes incêndios no Brasil de grande repercussão.
Todas as vezes que ocorrem tragédias causadas pelos incêndios reacendem as discussões sobre segurança e preparo para prevenção e combate a incêndios, e as normas são atualizadas, e por situações “obscuras”, não são colocadas em prática.
Porém é fato que o Brasil não tem cultura de prevenção de incêndios.
Na maioria das vezes a prevenção de incêndios é tratada com certo desleixo. Não é tratada como fator primordial de segurança.
Infelizmente só quando vidas são perdidas por causa dessas tragédias é que a prevenção de incêndios é valorizada.